Primeiramente, quero agradecer o convite e dizer que eu espero contribuir de uma forma bacana, inteligente e divertida com o conteúdo do Basketeria e levar a todos aqueles que amam e se interessam por basquete, um pouco da minha visão, mesmo que seja de mulherzinha. ;-)
Olha, logo de cara, quero dizer que não estou aqui para debater basquete, pois eu também estou aprendendo (porque aí, depois, vocês me cobram!!). E nem pretendo, porque eu não conseguiria escrever sobre basquete com a mesma maestria que escreveria sobre teatro e televisão.
Veja também: Samara Felippo é a nova colunista do Basketeria
Ok, de uma forma bem informal, vamos "começar do começo" : "Tava" eu, voltando de Niterói (tinha acabado de apresentar minha peça e ia todo domingo a uma boate na Barra). Nesse dia, eu tinha marcado com uma amiga, que já estava na boate (e eu já estava muito atrasada). No limite das leis de trânsito, fui voada no meu carrinho de Niterói pra Barra, para aproveitar o meu resto de domingo e não deixar minha amiga esperando.
Chegando na porta da boate, deixei a mulher barbeira baixar em mim e, ao dar a ré, bati o carro estacionando! Putz, vir Niterói-Barra, longe pra "dedéu", e bater na porta da boate?? É de se ficar bem revoltada, né? Beleza…amigos me deram uma ajuda e tudo foi resolvido.
(...)fui apresentada a um "negão" de 1,95 metros de altura (rsrs), que realmente achei gato, estiloso, e etc e tal, de nome Leandro Barbosa, vulgo Leandrinho, jogador na época do Phoenix Suns. Mas não dei a menor moral para ele (hehe), lóoogico.
Finalmente entrei, encontrei minha amiga e mais outras pessoas. Quando estava eu dançando loucamente, colocando meu stresse pra fora, uma outra amiga minha veio, querendo me apresentar um cara. Mas eu só pensava em dançar dançar, dançar… tipo a música do Mc' Leozinho? Ahh não! A do Leozinho era beijar, beijar, beijar… esquece!!
Enfim…eu só queria dançar mesmo, então eu disse:
-Não, não quero conhecer ninguém agora.
Aí ela vira e me fala:
- Samara, o cara é da NBA, sexto homem.
Agora eu te pergunto: E eu lá sabia o que era NBA?? Sexto, sétimo, vigésimo homem?? Jordan, Chicago Bulls, era todo meu conhecimento de basquete americano. E, depois, desculpem o termo, mas caguei se ele era da NBA, NBB, NBC ou NBD. Eu não decido quem eu quero conhecer pela sigla ou pela profissão.
Foto: Acervo pessoal
Resumindo, fui apresentada a um "negão" de 1,95 metros de altura (rsrs), que realmente achei gato, estiloso, e etc e tal, de nome Leandro Barbosa, vulgo Leandrinho, jogador na época do Phoenix Suns. Mas não dei a menor moral para ele (hehe), lóoogico. Na semana que passou, "googlei" ele, pesquisei sobre ele e confesso que fiquei bem surpresa. Não é que o cara jogava direitinho?!! (rsrs).
Ele deu um jeito de arrumar meu telefone, porque eu não dei. Confesso também, que eu tinha um certo preconceito e cisma com a palavra "jogador".
Depois de muita lábia, quando aceitei o convite (demorou viu? rs), fui pela primeira vez pra Phoenix e comecei a conhecer o Leandro de verdade, aquele que poucas pessoas conheciam, tudo começou a mudar, junto com o meu "pre…conceito" (em relação a ele rs).
Só que naquela época, Leandro estava de férias, não estava em temporada, eu nem sabia ainda o que me aguardava, o que viria a ser uma season.
Voltando para o Brasil, já estávamos namorando e eu apresentando o Rio para ele (Leandro é de São Paulo).
Quando voltei para Phoenix pela segunda vez, eu já estava grávida e ele havia perdido a mãe. Esse mundo é muito louco mesmo, essa vida é cheia de curvas e bifurcações, mesmo que tentemos seguir reto, já tá lá, escritinho onde vai dar. O cara lá de cima sabe das coisas!
E foi numa dessas bifurcações que me encontrei num determinado momento da minha vida, e eu agradeço a Deus por poder ter discernimento e liberdade para poder escolher o meu caminho.
Como mulher, mãe e pelo amor que sentíamos um pelo outro, passei a maior parte da minha gravidez com ele em Phoenix. Num lugar onde eu não conhecia ninguém, ficava boa parte do tempo sozinha, pois ele viajava muito, dominando pouco o inglês, longe da minha família, da minha profissão, que nunca abandonei, dos meus amigos, de tudo. Foi brabo. Mas valeu cada segundo.
Foto: Acervo pessoal
E foi por isso que aceitei esse convite maluco do Guilherme para escrever aqui. Acho que tem muita história interessante para contar, coisas engraçadas, tristes, curiosas e até bobas, se for o caso, mas sempre com o basquete como pano de fundo. Afinal de contas, é por causa do basquete que estou aqui, me dividindo entre Brasil e Toronto hoje. Afinal de contas, é por ele que enlouquecemos cada vez que vemos aquele jogador do nosso time preferido, perder um lance livre no desempate do quarto período, podendo virar o jogo nos 10 segundos finais e é isso que faz do basquete um dos esportes mais emocionantes que eu já vi.
Hoje temos uma filha de dois anos e meio, chamada Alícia. Sou atriz e estou em Toronto quando posso, somos casados há 3 anos, de alma e coração e muito felizes.
Bom acho que dei as informações básicas para começarmos nossa jornada por aqui.
Sejam bem-vindos!!!
Samara Felippo é atriz da Rede Globo e já trabalhou em oito novelas, cinco minisséries e em diversas peças de teatro. Além disso, é esposa do ala-armador Leandrinho Barbosa, estrela brasileira na NBA e, é claro, mãe da pequenina Alícia. A atriz está em cartaz com a peça "Mulheres Alteradas", no Teato Amil em Campinas, até o dia 26 de fevereiro.
Curti muito!!! Acabo de voltar de Toronto, e voltei MTOOO fã do Raptors e, principalmente, do Barbosa!!!! Joga mto! Sucesso e felicidades pra vcs sempre!
hmmm gostei da historia =)
vim parar aqui no post de paraquedas, a internet também tem dessas coisas. Mas foi legal a leitura. Parabéns pela família, que continuem muito unidos. Casados, bonitos e felizes. Beijos
Adoreiii Samara...apesar de ter acompanhado essa história por ser sua fã, por ser alucinada por basquete e por conhecer vários jogadores e acompanhar a história de cada um.
É mtoo bomm saber que agora teremos suas palavras por aqui...estarei ligadinha. Beijos
Muito bacana, Samara!! Sua coluna será sucesso, principalmente pra nós 'mulherzinhas' e fãs do basquete! =))
Parabens!!
Muito bom o texto e a historia de vcs dois!
Torço muito pelo leandrinho pois vi muito tempo ele aqui em bauru!!
Boa sorte a vcs!!
Que história tão comum.
ah! preciso dizer que desejo todo sucesso do mundo, em todos e qualquer projeto que você se envolva?! A história eu já conheço.. Inclusive, será que esse dia em que vocês se conheceram foi no mesmo domingo que fui te assistir na peça?! rsrsrs Lembro bem de todos reunidos na "Paludo" e vc dizendo estar com o relógio biológico gritando, e que faltava o pai! hahahaha Mal sabia você, que estava prestes a concretizar os dois fatos! Muito legal Sá.. estarei sempre por aqui lendo.. mesmo sendo relacionado sempre ao basquete, mata as saudades do blog! Como eu amava e era viciada nele.. me passou um filme na cabeça agora! Beijão pra vc.. pra Alicia.. pro Leandro. Fiquem em paz e com Deus!
Oi Sá....adorei o post e já conhecia axo que grande parte dessa linda história, pois acompanho vc a abastante tempo(twitter,bloglog), torço muito por vcs (Vc,Alícia e Leandrinho) e em todo os sentidos.
Que Deus abençoe sempre sua família, e agora poderemos compartilhar vc aki tbém no basketeira, vc mostrando esse seu outro lado que é escrever, ao qual já tive oportunidade de conhecer, e que desempenha muito bem!parabénsssssssss e sicesso e felicidadsssss
Parabéns !!!! adorei o post e vamos torcer sempre por vcs
Muito bom, adorei... estarei sempre por aqui acompanhando este seu novo lado, espero que vc aprenda tudo sobre basket, afinal vc tem um excelente professor particular rsrs, mas que os termos tecnicos nunca sejam maiores que sua sensibilidade, pois esse é seu diferencial, continue escrevendo com a alma permitindo que seu coração se manifeste e nos encha de emoção
GRD BJ
Os campos com (*) são de preenchimento obrigatório.