Samara Felippo é atualmente atriz da Rede Record. Em seu currículo, há oito novelas, cinco minisséries e diversas peças de teatro. Além disso, é a esposa do ala-armador Leandrinho, estrela da seleção. E, é claro, é mãe da pequenina Alícia.
Perdoem a demora, mas a ressaca de uma derrota é amarga. Não que eu esteja atéeeee agora amargando, já aconteceram muitas coisas, já conto.
Ok, já cheguei, já curti a filhota, o marido - que merece e muito todo carinho e aplausos, assim como todos os meninos da seleção - mas difícil me livrar dessa ressaca. Torcemos tanto, vibramos tanto, que por alguns momentos, depois da derrota pra Argentina, Deus me fez acreditar que jogar sujo é certo. Que bosta de pensamento, eu sei… mas nada nem ninguém me tira a certeza que a Espanha fez corpo mole no fim do jogo contra o Brasil e entregou. Devíamos ter feito isso? Fica aqui a minha pergunta e uma ponta de arrependimento de não ter berrado para que entregássemos o jogo. Não que a minha opinião valha alguma coisa, sou apenas mais uma torcedora, apaixonada por basquete e pelo nosso país. Mas até que ponto vai a ética esportiva? E como alguém do COB vai provar se eles realmente fizeram isso!? Foda-se… jogamos limpo e nitidamente jogamos com a alma de super-heróis.
Foto: Acervo Pessoal
Sofremos, mas agora olho pra trás e me orgulho do desempenho da nossa seleção nas Olimpíadas de Londres.
Depois de 16 anos, ficamos em 5º, cheios de moral, levantando assim novamente o nosso basquete brasileiro junto aos melhores.
Não estou aqui pra falar de mim, mas se sobra uma brechinha, dou o recado:
Samara Felippo na minissérie José, da RecordDepois que voltei de Londres, fui direto pra Record, onde já comecei a gravar a proxima minissérie e, junto com isso, um projeto com algumas amigas no qual atuamos, produzimos e somos autoras. Se Deus quiser, esse é mais um sonho que quero realizar.
Não tenho muito mais a falar. Estamos todos aguardando o início da próxima temporada da NBA.
E também estou ansiosa pela chegada de 2016, espero que passe bem lentamente, pelo amor de Deus, é só ansiedade mesmo. Mas tenho fé e certeza que aqui, nas Olimpíadas do Rio, as medalhas irão brotar no peito dos nossos atletas e o nosso basquete vai ser campeão. Porque a gente merece.
Foto: Acervo Pessoal
Foto: Acervo Pessoal - Samara Felippo
Passadinha rápida diretamente de Londres. Olímpiadas 2012.
Tô muito feliz de estar aqui!!
Foto: Acervo Pessoal - Samara FelippoCheguei 28 de julho. Queria chegar no primeiro jogo. Confesso que sofri muito pra sair de casa pois deixei a pequena. Só mãe e pior, mãe que fica longe, sabe do que estou falando. Mas o marido também precisa de uma assistência, mesmo que seja só moral. E tô eu, mais uma vez, me dividindo pra poder estar junto com a família. Por mais estrutura que tenha aqui, no Parque Olímpico, no hotel, seria meramente impossível trazê-la. Anda-se muito aqui, tem chovido bastante e a pequena ia penar. Assim, sozinha, me viro com mais facilidade e não sacrifico tanto ela. A gente aguenta, sofre mas "guenta". Nos vimos e falamos por Skype hoje: fofinha da minha vida. E estou aqui, vibrando muito e mandando toda energia positiva pros meninos da nossa tão esperada seleção de basquete masculino.
Depois de 16 anos…ok!!? Ganhamos e tal, a festa tá linda, mas essas bolas de três precisam cair. Que parto!!! Esse início de Olímpiada, vou te contar… lembro que não sofria assim desde o Mundial da Turquia. Esses dois primeiros jogos quase me mataram, mas passamos. Isso que importa. Vamos rezar pra tudo dar certo.
Foto: Acervo pessoal de Samara Felippo
Já visitei alguns pontos turísticos aqui como o Palácio de Buckingham e a famosa London Eye. Arrumei uma "turma" muito animada e barulhenta, incríveis, rimos o dia todo. Eu, os pais do Huertas, o irmão, os pais do Machado e mais alguns amigos fazemos bagunça nos jogos e por onde passamos no Parque Olímpico. Nos jogos então, nem se fala: o que xingamos cada vez que aquele juiz marca um lance errado. Voz é uma coisa que já esta quase extinta!!
Foto: Acervo Pessoal - Samara FelippoMal consigo ver o Leandro, mas pelo menos consegui matar a saudade um pouquinho. Duas vezes eles puderam (depois dos jogos graças a Deus vitoriosos), passar pra jantar com a gente. Ainda temos uma longa jornada pela frente e hoje é bem brabeira: Rússia, líder do grupo até agora. É tipo… vencer ou vencer!!!
Torcida, alegria, barulho e bandeira do Brasil, não vai faltar…. estaremos lá, modestamente mas com muito amor pra berrar até o último minuto do último quarto!!!
Bora BRASIL!!! Pra cima deles… fui!!!
Foto: Acervo Pessoal - Samara Felippo
Tava aqui pensando sobre o tempo. Jogo rápido hoje, juro!! Pra não tomar muito o tempo de vocês!!! Tô um tempo sem escrever por falta de tempo mesmo... aah esse “tempo”. Esposa de um jogador de basquete da NBA, mãe, atriz... querendo tempo?
Não existe nem tempo para nos vermos. Muito chato isso.
Até existem aquelas famosas frases: “só o tempo lhe dirá”, “com o tempo, passa”. Quem nunca ouviu? Mas, pra mim, o tempo não tá me dizendo nada e nem passando. Os meninos estão trancafiados no exército. Na boa, nem no aniversário da nossa filha ele foi liberado, eu juro, se esse Rubén Magnano não me voltar com uma medalha de OURO, OUUUURO - no meu caso não serve prata, muito menos a bronze - se ele não trouxer, nem passa perto. Vou colocar uma placa no pescoço pra ele :“PASSA LONGE, MÃE BRAVA!”. E agora, ele jogando com a seleção brasileira de basquete - sim, ele já tinha jogado outros anos pelo Brasil, mas é a primeira Olimpíada comigo. Ou seja, agora mesmo é que eu não vejo meu marido. Não há tempo! Oh, seu Rubén “Tempo” Magnano. Ajuda aí, rs. Sério... é um pouco pior que regime militar, é muito patriotismo.
Mas admiro, admiro muito, porque tem que ser forte pra estar ali, um país inteiro exigindo e cobrando a vitória. A tão sonhada vitória. Londres 2012.
Não podia encostar nos 'hermanos' que era falta!! Parecia um time só de Lebrons: enconstou, é falta!! Jogamos bem, mas perdemos. Lógico. Palhaçada
E quando você se prepara todo, faz esse sacrifício todo, fica longe da família, não tem quase folga, se machuca, passa frio... pra vir um árbitro argentino apitar pela Argentina??? Nem sei se era argentino, mas só pode, né?!! Pô, nesse ultimo Super Four, final Brasil x Argentina, foi algo enlouquecedor. Não podia encostar nos "hermanos" que era falta!! Parecia um time só de Lebrons: enconstou, é falta!! Jogamos bem, mas perdemos. Lógico. Palhaçada!! Espero que não encontremos árbitros argentinos e outros LeBrons em Londres
E é tão bom ganhar deles, né?
Leandrinho em partida contra a Argentina (Foto: Santiago Russo - Basketeria)
Ok, quinta-feira vem aí e vamos torcer pra que haja justiça na arbitragem e os meninos garantam a vitória nessa revanche. E se preparem cada vez melhor para Londres!!!
Samara Felippo
PS: Esclarecendo: há mais ou menos uma semana um perfil falso da Cielo hackeou meu perfil no twitter e roubou todas minhas informações para divulgar um site falso de phishing (roubo de dados de cartão de crédito) que se passava por um site da Cielo. Ressaltando que a própria Cielo nada tem a ver com isso. Roubaram meu espaço, trocaram meu e-mail, senha, foto de perfil, nome, e todos meus seguidores. Mandavam DMs pedindo que retwittassem campanhas de crianças carentes falsas. Peço alerta e cuidado com suas senhas e informações na web. Consegui, depois de muito custo e dor de cabeça, recuperar meu perfil e seguidores. Espero que isso seja resolvido. O que ocorreu é crime.
Voltei!!! E tem maneira melhor de retornar? Bem no olho do furacão, bem no meio dos Playoffs! Volta triunfal não?? rs
Comecei a escrever essa coluna dentro do avião, voando pra Miami, em pleno dia das mães. Nem consegui ver o final do jogo 1 da série dos Pacers contra o Heat. Comecei vendo no aeroporto de Indianápolis e tive que embarcar, mas fiquei sabendo pela comissária, para minha tristeza, que Miami ganhou!! Ok, bola pra frente. Teríamos 6 jogos pela frente ainda.
Mas peraí, Pacers??… como não falar da troca?? O Leandro jogava no Toronto Raptors, lembram?? Pois é, eu já tinha até esquecido!! Até porque se ele não tivesse sido trocado, eu já estaria de férias na minha casinha. O que não seria nada mal pra uma mulher de jogador!! (Elas me entendem!!) A gente nunca sabe o que fazer: torcer contra ou a favor? Mas como amamos, sempre queremos o melhor pra eles e torcerei muito a favor!!! Principalmente porque disputar uma final da NBA não seria nada mal!!!
Foto: Acervo Pessoal de SamaraA notícia pra mim veio como uma bomba. "Como assim Indianápolis? Pacers?? Amanhã Mô??" Foi assim - e também pelas redes sociais - que eu soube que Leandro estava se mudando de Toronto.
Eu já havia comentado com vocês sobre essa vida louca deles. A propósito, me desculpem o úuuuultimo post (quem não lembra é só dar uma olhada lá nos arquivos do Basketeria) eu tava um pouco...tensa! Fica aqui minhas sinceras desculpas!!
Ok, time bom, já classificado para os Playoffs... mas alguém pensou em mim?? Hein, dono do Toronto?? Hein, dono do Pacers?? Hein, mocinho que negocia as trocas??
Não são vocês que viajam 14 horas com uma criança para poder unir sua família!! Não tem voo direto, meu Deus, que sina!!Desculpem o desabafo...acho que nem deu tempo, e a TPM já tá de volta, to demorando muito pra escrever, eu sei. Inclusive já tive umas 15 até escrever esse novo post. Passou!!!
Revoltas à parte, achei o máximo ele ter sido trocado, assim como muitos fãs dele, como vi em mensagens e comentários sobre o fato. Indianápolis… aahh Indianápolis…peraí:
Foto: Acervo Pessoal de Samara"Indianápolis é a capital do estado norte-americano de Indiana, no Condado de Marion. É a 12ª cidade mais populosa dos Estados Unidos. A cidade é famosa mundialmente em razão da Indianapolis Motor Speedway, uma pista oval onde diversas corridas de automobilismo famosas mundialmente são realizadas, como o NASCAR, a Fórmula Indy e a Fórmula 1."
E????
Indianápolis é uma cidade quase impossível de chegar, mas confesso que adorei. O clima é ótimo (pelo menos agora, nessa época, ainda não sei como é a situação quando cai a temperatura), uma das coisas que eu reclamava muito em Toronto. A cidade é linda, em todos os sentidos: arquitetura, parques, museus, zoológico, comida boa. Só achei o ginásio um pouco pequeno, em relação aos que já fui.
Acervo da peça Mulheres Alteradas
A primeira vez que vim pra cá, vim sozinha, apenas pra matar um pouquinho da saudade e conhecer o "terreno". Fiquei 5 dias e fui embora pois estava em cartaz com a minha peça, "Mulheres Alteradas", que inclusive tive que dar uma parada agora, pra poder acompanhar ele nesse finalzinho de temporada. Depois falo mais da peça!! Passei jogos e jogos acompanhando da coxia, os resultados!!
Playoff bombandoo!!!
Heat, Clippers, Lakers, Pacers, 76ers, Spurs, Thunder, Celtics... times fortíssimos! Lebron MVP pela terceira vez... grandes merda, primeiro precisa aprender a fazer lance-livre. Wade também me decepcionando bastante, graças a Deus. rsrs
Vai ser barra pesada esses jogos contra o Miami, mas acredito nos meninos e rapazes do Pacers.
Leandro se adaptou bem ao time, foi recebido com carinho, respeito, mais tempo em quadra, declarações e críticas positivas na imprensa americana. Até o técnico, Frank Vogel, veio "todo todo" falar comigo no final do último jogo da primeira rodada dos playoffs, dizendo que "todos amavam o Barbosa, que ele tem que ficar, que ele é um jogador incrível…" gente boa, gostei dele!!! Mas também tava todo feliz né?! Tinham acabado de eliminar o Orlando Magic.
Foto: Acervo Pessoal de Samara
Só não sabemos até quando ele fica no Pacers, se fica no Pacers, se será trocado novamente, isso me dá uma agonia. Mas no momento minha maior agonia mesmo é o resultado dessa série. A derrota de ontem, no jogo 4 da série, me deixou bem triste. Precisávamos ganhar em casa, agora é trabalho dobrado. Ganhar deles lá para passar a frente de novo.
Que merda!! Lebron e Wade resolveram fazer as pazes e voltaram com seu show em quadra, porque tenho que admitir, cada jogada deles, cada assistência, e enterrada, que $%$$#%%!!! Tiro o chapéu!!!
Bom, vamos confiantes. Até porque temos um brasileiro no time e bato no peito, ganhando ou perdendo, que antes de tudo sou brasileira! E nós brasileiros não desistimos nunca!!!
Go Pacers!!! Go Barbosa!!
Samara Felippo
Lógico que como uma boa mulherzinha, não poderia excluir o tema TPM na minha coluna. Pois é, inclusive porque a coisa se agrava muito nessa época: ou seja, estou nela!!
Maridos, namorados, persistam!!! Por trás de uma mulher com TPM, existe alguém bacana, alegre, divertida ... na maior parte do tempo! O problema é quando chega a parte que não faz parte daquele tempo. Entenderam?
Nos perdoem. Em nome da maioria que compartilha comigo esse apego à TPM, eu peço desculpas por sermos tão insuportáveis nos momentos que queremos ser. Ato falho. Involuntário. Eu juro!!!
Eu não tenho controle da minha raiva, meu saco cheio, minha sensibilidade, minha cabeça né?!
Dei graças a Deus que Leandro não tinha jogo hoje porque eu ia xingar tanto, odiar tanta gente que... coitados, não têm nada com isso. Mandar pro universo uma energia pesada, sabe?! É isso!! TPM é isso!! A gente por menstruar se fragiliza. Uma vez fragilizada abre o chacra. Uma alma vudu se apossa da gente e ficamos vuduzentas e manipuladoras por alguns dias. Mas na verdade, não somos nós!!
Acervo PessoalFalando com Leandro no Skype, pedi pra ver o bolo que ele tinha acabado de fazer. EU tinha ensinado, mas, por estar na TPM, falei mais de saco cheio: “abaixa mais, não dá pra ver”. Sabem o que ele disse? “Péra, pô!!” Isso me magoou tão profundamente que não contive as lágrimas... Senhoras e senhores, apresento-lhes a TPM!! Aproveitei e não quis saber de jogo nenhum também. Porque virou moda isso agora: eu preciso saber alguns resultadozinhos do dia pra poder dormir mais aliviada. Ou então entro nos principais sites de esportes e clico em Basquete! Eu hein!
Tudo tem seu lado bom e ruim na vida, tudo mesmo. E posso tirar conclusão do lado positivo e negativo do marido ser jogador da NBA e não estar por aqui no momento crucial. Analisando pelo aspecto positivo, desconto menos nele e só se ele quiser, pois tem a liberdade de desligar o telefone na minha cara, estando longe. Passo mais tempo sozinha, então menos pessoas me aturam, penso mais em coisas produtivas para meu trabalho, sobra mais chocolate.
E pelo lado negativo. Não tenho ninguém pra descontar na hora minhas reclamações completamente desnecessárias. Tenho vontade de pegar um avião e ir até lá de saudade. Ninguém pra me ajudar a comer as guloseimas que necessito. Tá vendo? O que devemos é tirar proveito de cada momento da vida, e aprendermos com ele. Errar 1 vez é humano, 2 vezes é falta de atenção, 3 vezes é burrice, 4 vezes é cara de pau mesmo. De 5 pra cima, é uma mulher na TPM. Acreditem!! Ela não faz pra arruinar o casamento ou desmanchar aquele namoro porre, mas porque está possuída.
E por falar em possessão, o que é aquele menino, Jeremy Lin? Afinal, quem é Jeremy Lin? Eu fazia a mesma pergunta até assistir, ao mesmo tempo que comentava acidamente no Twitter sobre ele (OLHA A TPM AÍ, MINHA GENTE), a Raptors X Knicks (já faz um tempo). E continuava, ácida :“Ah tá, Lin...Lin aah o Lin faz isso? Grandes merda!! “Quem é Lin?? Aff” E realmente nada ele fazia mesmo. Nada mudaria minha opinião até os 20 segundos finais de um jogo empatado. Vocês lembram. O que ele pensou ali eu não sei, mas seja o que for, calou minha boca e ali eu conheci o Jeremy Lin. Pareceu, pra mim, que depois que ele meteu aquela bola de 3, faltando 5 segs pra terminar o jogo com o ginásio todo de pé, ele virou pra câmera e disse pra mim: Prazer, Jeremy Lin!!! Me deu um ódio (o ódio é porque era contra o time do meu marido tá?) e ao mesmo tempo uma perplexidade e admiração. Ele podia fazer qualquer coisa, ficou parado uns 20 segundos com a bola e dali resolveu arriscar tudo e meter uma de 3.
Se desse errado, ele ia ser um merda né? Mas deu certo, assim como vinha dado em quase todos os jogos.
Foto: NBAE/Getty Images
Dispensado pelo Houston Rockets e Golden State Warriors, Lin, 23 anos, era desconhecido até passar de quinta opção de armador a titular dos Knicks. Com médias de pontos, rebotes e assistencias incríveis em jogos seguidos. Ninguém sabe o que aconteceu, e no momento estão todos os fãs de basquete querendo entender. Todo esse fenômeno Lin, motivou a criação da expressão "Linsanity" ("Linsanidade") na imprensa dos Estados Unidos. Mas...Por que ele não fez isso no Houston? Ou no Warriors? Acho que ele tomou uma poção mágica, daquelas de filme que você pode pular mais alto, fazer a bola cair sempre na cesta, todos os passes saírem certos, que te torna invencível. Só pode ser!
Acredito que isso deve estar mexendo com muito ego ali, inclusive com estrelas do time. Duvido que não! Isso rola muito lá. Lá, aqui, em todo lugar né!! Que merda! No auge da "linsanidade", foram vendidos quase 200 mil artigos relacionados ao armador e como valorizou seu "passe". Na China já é Rei, tipo Yao Ming, o pivozaço que era do Houston, tadinho, parou por causa do joelho, lesão grave - aquele ali eu tenho a impressão que foi fabricado pela China. Porque eles fabricam tudo, né?
Por falar em fabricar, podiam também fabricar um remedinho contra TPM! Assim, instantâneo!! Não ter que ir usando pra esperar fazer efeito! Não, pode ser tarde demais!!! TPM é coisa séria, brinca com isso não!! Bom...desde já, agradeço pela compreensão de todos. E desculpem o pouco assunto basquete na coluna de hoje. Não tô com o menor saco pra falar de basquete!!!! Não me venha reclamar, quem tá de TPM sou eu!!! Leu porque quis!! Escrevo o que eu quiser e não sou obrigada a falar todo dia de basquete!! Aliás... eu odeio basquete!!!!
Passem bem!
Samara Felippo
PS: repararam que nao dei uma risada nesse post?? Pois é!!!
"Escrever é uma arte que precisamos de inspiração" e a minha normalmente vem com a solidão! Teve uma fase em que só escrevia na depressão mesmo, mas passou!! Graças!! Ok! Vocês devem estar se perguntando: mas ela não é casada com o cara lá, não tem uma filha? Tá reclamando de solidão por que? Primeiro, não estou reclamando…ainda. E segundo, foi somente um comentário. Simmm! Muito bem casada com "o cara" e sou uma mãezona, isso tudo é verdade e já estamos quase chegando no tema principal desta coluna hoje.
Graças ao meu digníssimo, vos escrevo sobre basquete. Mas não necessariamente aquela parte técnica. Já temos excelentes colunistas no site para isso! Mas dedicarei parte do meu tempo para ir nas entranhas do basquete. Falo de uma parte mais íntima e pessoal (quase um absorvente feminino), que participo mais diretamente. Claaaro que eu entendo de basquete...só não me apego aos detalhes, oras!
Bom, já chega de "lenga-lenga" e tanta seriedade.
Hoje escrevo pra dizer que: ODEIO COM TODAS AS MINHAS FORÇAS AS VIAGENS!!!. Aí vocês devem estar se perguntando, mais uma vez, mas que viagens?
DENTRO DE UMA TEMPORADA DA NBA!!! Pronto, Confessei!!
Foto: Acervo Pessoal de Samara
Aaah gente, como se já não bastasse sair do Brasil (ok, é o trabalho dele, beleza), você vai ao seu encontro lá e o cara não fica boa parte do tempo “lá”. Pera lá. La la la…dava até uma musica aqui... rs.
Enfim, agora que já coloquei toda minha raiva pra fora, vou tentar explicar de uma forma bem informal sobre essas viagens.
O fato é que durante os quase oito meses de uma temporada - é praticamente uma novela das 8, eles precisam pular de cidade em cidade. Agradeço especialmente ao locaute (”gogue”).
O que acontece? Eles jogam, acabam de jogar e já vão direto pro aeroporto. Chegam de madrugada na outra cidade e dormem...bom, eu acho. Normalmente, essas viagens acontecem quando é um jogo atrás do outro, mesmo que tenha um dia "off" (dia que não se faz nada) eles ficam porque já vão para outra cidade. Geralmente dura em torno de seis, sete dias fora. Nossa, como tá didático isso!
Foto: Acervo Pessoal de SamaraLógico, que eu procuro me ocupar nesse tempo: leio, escrevo, passeio com a pequena, mas me sinto muito sozinha quando não posso acompanhá-lo - o que acontece na maioria das vezes. Em casos especias, os times permitem e até pagam para que as esposas, namoradas, filhos e afins estejam junto, mas é raro (só casos como Ano Novo, Natal). Inclusive, essas datas são também dias que não se tem folga. Dia 31/12/11 até as 5 horas os caras tavam treinando. Dia 01/01/2012 assisti Magic X Raptors em Orlando. Posso dizer que não foi o Ano Novo que planejávamos, mas foi "Magic", literalmente.
O tal dia "Off", preciso desabafar também, tá engasgado aqui! Na teoria, dia OFF, ou seja, não há nada: nem jogo, nem treino, nem vídeo. Quando realmente isso acontece, os caras podem ao menos dar uma descansada. Alguns vão ao cinema, ao shopping, vão jantar, alguns adoram uma balada, outros simplesmente dormem. O que não vem acontecendo no Raptors por exemplo. Esse técnico não aperta o OFF, não dá folga. Até sem almoçar vi Leandro ficar um dia! Com jogadores cansados e com fome é que ele não vai ganhar nada!
Alguns vão ao cinema, ao shopping, vão jantar, alguns adoram uma balada, outros simplesmente dormem. O que não vem acontecendo no Raptors por exemplo. Esse técnico não aperta o OFF, não dá folga. Até sem almoçar vi Leandro ficar um dia! Com jogadores cansados e com fome é que ele não vai ganhar nada!
Nesses dias "Off" (que de off, não tem nada!), eles descem, têm reunião, assistem a um vídeo (deve ser as merdas que fizeram no jogo passado e talvez as táticas do próximo jogo), têm musculação, os lesionados vão para tratamento...e quando vejo só estão liberados no final do dia. Que porra de dia "Off" é esse? E quando tem jogo, a mesma coisa, só que eles voltam mais cedo e alguns dormem antes dos jogos.
Nessa minha última experiência pude acompanhar dois jogos, um em Los Angeles e um em Phoenix, pra minimizar um pouco a saudade.
Assisti Clippers de Chris Paul - que não jogou nada, o firuleiro do Griffin - que só sabe "dunkar", de Billups - que também é firuleiro, mas tava inspirado esse dia e o Phoenix Suns, do meu hermano Nash - que sempre dá trabalho, do Grant Hill - apagadíssimo nesse jogo e o esquisito do Gortat - ele parece mesmo um ogro, mas é um baita pivozão. Assisti uma derrota para o Clippers e uma vitória sobre o Suns...aaaah Suns, onde tudo começou. Tudo mesmo, o Leandro a jogar na NBA, e eu nessa vida de mulher de "basketeiro"rs.
No Suns era um pouco diferente o esquema de viagem. Acabava um jogo, os jogadores já faziam praticamente o check in e segurança no próprio ginásio e iam pro aeroporto num ônibus, pra embarcar no seu próprio avião! Isso aí, os times aqui têm seu próprio avião. Com tripulação própria e mais ninguém no vôo!! O do Suns era até personalizado. Pica das Galáxias! Com o Suns, nessas viagens, assisti jogos em Miami, Orlando, Houston e San Antonio numa tacada só: chegava numa cidade e já saía no dia seguinte.
Foto: Acervo Pessoal de SamaraTodos ficam no mesmo andar. Dá pra ouvir os sons vindo dos quartos, vozes altas no telefone, tvs e muito Hip Hop. Tirei uma foto do corredor do andar de onde eles ficam: as roupas no chão são os uniformes suados pós treino na porta de cada quarto. Depois passa um "carinha", especializado em passar e pegar os uniformes suados pós treino e levar pra lavanderia. Todo mundo ali é especializado em alguma coisa.
Brincadeiras à parte, fico pensando em mim e naqueles que deixaram seu país para realizar um sonho de vida: jogar na maior liga de basquete do mundo. Creio que deve ser uma vida incrível, mas de muitos altos e baixos. Um dia você é o herói, no outro você é um bosta, um dia você está numa casa, no outro pode estar se mudando para uma outra cidade...Uma vida de momentos de muita solidão também. Uma solidão estranha. Eu chamo de “solidão assistida” , aquela que você pode estar cercado de mil pessoas, mas se sente, como diria Zeca Baleiro, "mais sozinho que um elevador vazio", e sem dúvida nenhuma, esse é um tipo de solidão infinitamente maior, do que aquela que preciso pra escrever.
Boa viagem, rapazes.
No esporte, muito se fala em idade, que um atleta tem "prazo de validade". Acho que isso engloba boa parte das atividades esportivas. Uns param mais cedo, outros podem ir até mais longe, mas a maioria dos atletas tem esse limite. No basquete então, o que se leva de pancada, o que se lesiona um jogador não tá no gibi! É um jogo de muito contato físico, muita porrada, trombada, lesão, torção, distensão e lamentação (pra nós esposas né!?! Mas essa vida de "esposas" fica pra um próximo post. Aguardem!! rs). Brincadeiras à parte, tem um atleta que admiro muito e, como aqui estamos conversando sobre basquete, vou falar de Steve Nash.
Aos 37 anos, Nash joga como um garoto, ou muito melhor que eles, porque "putz", tem uns moleques aqui na NBA que realmente não sei como passaram pelo Draft.
Arquivo Pessoal - Samara Felippo
Aos 37 anos, Nash joga como um garoto, ou muito melhor que eles, porque putz, tem uns moleques aqui na NBA que realmente não sei como passaram pelo Draft. Lógico que o Nash deve estar cansado, já deve ter se machucado bastante... mas que guerreiro em quadra! Tem até uma história que fala exatamente disso: "Com o fim de seu contrato, o dono do Dallas Mavericks (time em que ele jogava, isso em 2002/2003), Mark Cuban, tentou renegociar com Nash, mas temia por contratar um jogador envelhecendo (30 anos na época), e Nash acabou voltando à Phoenix." Eu mereço!!! Sorte do Phoenix!!
Uma vez assisti a um jogo, de playoff, contra o San Antonio Spurs, nessa época o Leandro jogava com ele no Phoenix Suns, em que ele arrebentou o supercílio esquerdo…ou direito…aahh não dá pra me apegar em tanto detalhe assim rs…o fato é que o Nash jogou o resto do jogo todo, que não foi pouco, "caolho", e foi o craque da noite.
Fiquei bem impressionada com esta façanha! Vocês podem vir me relatar casos piores, mas esse eu tava lá, em carne, osso e desespero, sim, me desesperei, porque dá licença, me desculpem ran ran…. mas modéstias à parte nessa coluna, o Nash é meu "best friend" rsrs. Então, voltando ao resto do assunto, já vi até o Kobe "mala" Bryant, (perdão aos fãs, também sou, acho ele fodástico em quadra, mas a visão aqui é minha né? E no quesito humildade, ele passa longe) jogar vários jogos, com o dedo da mão quebrado, mas tipo, na minha opinião, Nash o superou.
Fora o grande cara que ele é, sempre envolvido em eventos beneficentes, em ajudar ao próximo. E sem aquela demagogia ridícula de alguns jogadores que tenho certeza fazem porque precisam manter uma imagem de bom moço, que ganha "rios" de dinheiro e, é claro, ajuda as criancinhas pobres!! Tem muitos viu? Aff! Inclusive, Nash até possui uma fundação que cuida de crianças carentes, além de diversas entidades filantrópicas.
Arquivo Pesoal - Samara Felippo
Tive a honra e o prazer de recebê-lo em minha casa quando estava grávida e ele foi ao Rio. Ok, como aqui eu revelo muitas coisas, confesso que fiquei meio "puta da vida" com ele nesse dia porque "liberei" Leandro pra dar uma saidinha à noite com ele e eis que Sr. Leandro Barbosa me chega em casa às 5 da matina!!! Mas que que é isso?? Sua mulher está grávida meu querido!! Hormônios em ebulição, alterações de humor, desejos e dores na lombar!! Por acaso seu amigo, Nash, sabe o que é isso?? Não, homem nenhum sabe! Ele pode ter uma noção, até porque é pai de 3 filhos, 2 meninas (gêmeas, lindas) e um menino (que só conheço por foto) que teve com a ex-mulher Alexandra, pouco tempo antes de se separar. Leandro também o levou para conhecer o Maracanã, num jogo do Flamengo, ficou fascinado.
Ok, como aqui eu revelo muitas coisas, confesso que fiquei meio "puta da vida" com ele nesse dia porque "liberei" Leandro pra dar uma saidinha a noite com ele e eis que Sr. Leandro Barbosa me chega em casa às 5 da matina!!!
Nash é inteligente em quadra como poucos. É o cérebro do time! Faz assistências incríveis e o que mete bola de 3! Pra quem gosta de ver aquela bola laranja fazendo "chuááá" na cesta: nossa, dá gosto de ver! Em 2004, Nash foi escolhido MVP (Most Valuable Player, traduzindo: "Pica das Galáxias" kkkkk), o primeiro canadense a vencer, o segundo estrangeiro (depois de Hakeem Olajuwon) e o primeiro branco desde Larry Bird, em 1986. Nash foi escolhido MVP novamente em 2005, um feito só conseguido por outros 8, sendo que apenas um desses era armador: Magic Johnson. Achei bacana colocar essas informações aqui pra quem não conhece, tem coisas que nem eu sabia ;-) .
E tem uma coisa muito, mas muito mais importante do que ele ser MVP ou All-Star ou o Steve Nash! Ele tem paixão pela Alícia!!! Sabem quem é Alícia? Minha filha! Pois é, trata com tanto carinho, tira do meu colo, vai brincar com ela. E isso pra uma mãe conta muito mais do que ele levar o time que você ama a final.
Arquivo Pessoal - Samara Felippo
Torço para que tudo de melhor aconteça na vida dele, porque como qualquer mortal, ele tem seus problemas pessoais... Torço muito pela sua felicidade, felicidade essa que dinheiro nenhum no mundo compraria. E ser feliz, sim Nash, isso sim não tem idade.
Primeiramente, quero agradecer o convite e dizer que eu espero contribuir de uma forma bacana, inteligente e divertida com o conteúdo do Basketeria e levar a todos aqueles que amam e se interessam por basquete, um pouco da minha visão, mesmo que seja de mulherzinha. ;-)
Olha, logo de cara, quero dizer que não estou aqui para debater basquete, pois eu também estou aprendendo (porque aí, depois, vocês me cobram!!). E nem pretendo, porque eu não conseguiria escrever sobre basquete com a mesma maestria que escreveria sobre teatro e televisão.
Veja também: Samara Felippo é a nova colunista do Basketeria
Ok, de uma forma bem informal, vamos "começar do começo" : "Tava" eu, voltando de Niterói (tinha acabado de apresentar minha peça e ia todo domingo a uma boate na Barra). Nesse dia, eu tinha marcado com uma amiga, que já estava na boate (e eu já estava muito atrasada). No limite das leis de trânsito, fui voada no meu carrinho de Niterói pra Barra, para aproveitar o meu resto de domingo e não deixar minha amiga esperando.
Chegando na porta da boate, deixei a mulher barbeira baixar em mim e, ao dar a ré, bati o carro estacionando! Putz, vir Niterói-Barra, longe pra "dedéu", e bater na porta da boate?? É de se ficar bem revoltada, né? Beleza…amigos me deram uma ajuda e tudo foi resolvido.
(...)fui apresentada a um "negão" de 1,95 metros de altura (rsrs), que realmente achei gato, estiloso, e etc e tal, de nome Leandro Barbosa, vulgo Leandrinho, jogador na época do Phoenix Suns. Mas não dei a menor moral para ele (hehe), lóoogico.
Finalmente entrei, encontrei minha amiga e mais outras pessoas. Quando estava eu dançando loucamente, colocando meu stresse pra fora, uma outra amiga minha veio, querendo me apresentar um cara. Mas eu só pensava em dançar dançar, dançar… tipo a música do Mc' Leozinho? Ahh não! A do Leozinho era beijar, beijar, beijar… esquece!!
Enfim…eu só queria dançar mesmo, então eu disse:
-Não, não quero conhecer ninguém agora.
Aí ela vira e me fala:
- Samara, o cara é da NBA, sexto homem.
Agora eu te pergunto: E eu lá sabia o que era NBA?? Sexto, sétimo, vigésimo homem?? Jordan, Chicago Bulls, era todo meu conhecimento de basquete americano. E, depois, desculpem o termo, mas caguei se ele era da NBA, NBB, NBC ou NBD. Eu não decido quem eu quero conhecer pela sigla ou pela profissão.
Foto: Acervo pessoal
Resumindo, fui apresentada a um "negão" de 1,95 metros de altura (rsrs), que realmente achei gato, estiloso, e etc e tal, de nome Leandro Barbosa, vulgo Leandrinho, jogador na época do Phoenix Suns. Mas não dei a menor moral para ele (hehe), lóoogico. Na semana que passou, "googlei" ele, pesquisei sobre ele e confesso que fiquei bem surpresa. Não é que o cara jogava direitinho?!! (rsrs).
Ele deu um jeito de arrumar meu telefone, porque eu não dei. Confesso também, que eu tinha um certo preconceito e cisma com a palavra "jogador".
Depois de muita lábia, quando aceitei o convite (demorou viu? rs), fui pela primeira vez pra Phoenix e comecei a conhecer o Leandro de verdade, aquele que poucas pessoas conheciam, tudo começou a mudar, junto com o meu "pre…conceito" (em relação a ele rs).
Só que naquela época, Leandro estava de férias, não estava em temporada, eu nem sabia ainda o que me aguardava, o que viria a ser uma season.
Voltando para o Brasil, já estávamos namorando e eu apresentando o Rio para ele (Leandro é de São Paulo).
Quando voltei para Phoenix pela segunda vez, eu já estava grávida e ele havia perdido a mãe. Esse mundo é muito louco mesmo, essa vida é cheia de curvas e bifurcações, mesmo que tentemos seguir reto, já tá lá, escritinho onde vai dar. O cara lá de cima sabe das coisas!
E foi numa dessas bifurcações que me encontrei num determinado momento da minha vida, e eu agradeço a Deus por poder ter discernimento e liberdade para poder escolher o meu caminho.
Como mulher, mãe e pelo amor que sentíamos um pelo outro, passei a maior parte da minha gravidez com ele em Phoenix. Num lugar onde eu não conhecia ninguém, ficava boa parte do tempo sozinha, pois ele viajava muito, dominando pouco o inglês, longe da minha família, da minha profissão, que nunca abandonei, dos meus amigos, de tudo. Foi brabo. Mas valeu cada segundo.
Foto: Acervo pessoal
E foi por isso que aceitei esse convite maluco do Guilherme para escrever aqui. Acho que tem muita história interessante para contar, coisas engraçadas, tristes, curiosas e até bobas, se for o caso, mas sempre com o basquete como pano de fundo. Afinal de contas, é por causa do basquete que estou aqui, me dividindo entre Brasil e Toronto hoje. Afinal de contas, é por ele que enlouquecemos cada vez que vemos aquele jogador do nosso time preferido, perder um lance livre no desempate do quarto período, podendo virar o jogo nos 10 segundos finais e é isso que faz do basquete um dos esportes mais emocionantes que eu já vi.
Hoje temos uma filha de dois anos e meio, chamada Alícia. Sou atriz e estou em Toronto quando posso, somos casados há 3 anos, de alma e coração e muito felizes.
Bom acho que dei as informações básicas para começarmos nossa jornada por aqui.
Sejam bem-vindos!!!