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Apesar de reunir as 12 melhores equipes do basquete masculino, os Jogos Olímpicos de Londres 2012 terão importantes desfalques na modalidade da bola laranja. Seja por contusão ou por seu país não ter se classificado, alguns atletas de alta importância no certame mundial ficarão de fora da maior competição esportiva do planeta.
+ Veja também: Basquete domina ranking de mais bem pagos atletas das Olimpíadas
Para os fãs de basquete não “esquecerem” destes excepcionais jogadores, o portal Basketeria preparou uma relação com as dez principais ausências do torneio de basquete masculino em Londres. As lesões de última hora afastaram alguns atletas, como os casos de Dwayne Wade, Joakim Noah e Dwight Howard, enquanto isso outros craques como Dirk Nowitzki e Vassilis Spanoulis não conseguiram levar seus países aos Jogos Olímpicos.
Vamos à lista:
Foto: Fibaeurope.com/Divulgação
10 – Erazem Lorbek (Eslovênia)
O pivô fez uma temporada impressionante pelo Barcelona e, inclusive, foi eleito o melhor jogador das finais da Liga Endesa (Campeonato Espanhol), vencida pelo clube catalão sobre o rival Real Madrid. Além disso, o jogador costuma ser muito importante para seu país em competições internacionais. Porém, mesmo com uma boa atuação no último Campeonato Europeu, com média de 11,1 pontos e 5,1 rebotes por jogo, o atleta não conseguiu conduzir o selecionado esloveno a uma posição na competição. O país ficou na 7ª colocação e nem sequer se classificou para o Pré-Olímpico Mundial.
9 – Ricky Rubio (Espanha)
Com um talento inegável, o jovem armador teve uma séria lesão no joelho esquerdo na sua temporada de estreia na NBA. O atleta de 21 anos vivia um ótimo momento no Minessota Timberwolves e era presença garantida do elenco de Sergio Scariolo para os Jogos de Londres. Com Rubio, a Espanha ganharia, além de muita categoria na armação das jogadas, um jogador que já tem uma final olímpica em seu currículo e que também é acostumado a atuar contra os maiores jogadores da liga norte-americana. Mesmo com a ausência do garoto prodígio, o selecionado espanhol ainda conta com outros bons jogadores para a posição, como José Calderón, Sergio Llul e Victor Sada.
8 – Derrick Rose (Estados Unidos)
Outro caso de lesão no joelho que afastou um armador das terras britânicas. O jogador do Chicago Bulls viveu uma temporada para esquecer, por conta de uma série de lesões, que terminou com uma grave contusão no ligamento cruzado anterior do joelho. A ausência de Rose, que certamente seria titular nos Jogos Olímpicos, não será tão sentida pelos Estados Unidos, já que a equipe comandada por Coach K conta com outros talentosos atletas para atuar na posição 1, como Chris Paul, Deron Williams e Russell Westbrook.
7 – Al Horford (República Dominicana)
Além de ter tido ótimo desempenho pelo Atlanta Hawks nas últimas temporadas da NBA, o ala-pivô Al Horford se consolidou como um dos melhores jogadores em competições internacionais do mundo. Dono de um imenso arsenal ofensivo, que conta com jogadas de garrafão e também com tiros de longa distância, o jogador foi destaques nos torneios que disputou pelo país caribenho. Recentemente, o atleta quase conseguiu classificar a República Dominicana aos Jogos de Londres com um desempenho fora de série no Pré-Olímpico Mundial, disputado na Venezuela. Mesmo com seus 18 pontos e 9,4 rebotes por jogo, a seleção comandada por John Calipari acabou derrotada pela Nigéria e ficou de fora da maior competição esportiva do planeta.
Foto: Fibaeurope.com/Divulgação
6 – Milos Teodosic (Sérvia)
Um dos maiores talentos fora da NBA de todo o basquete. É assim que podemos definir o armador sérvio. Com 25 anos, o jogador se tornou a grande referência do selecionado do leste europeu. Prova disso foi a brilhante campanha que realizou no Mundial de 2010, em que levou o país ao quarto lugar da competição, com direito a uma cesta no estouro do cronômetro nas quartas de final contra a poderosa Espanha. Em 2011, o atleta se destacou novamente, no Campeonato Europeu, mas mesmo com médias de 11,3 pontos e 5,7 assistências por partida não impediu que a Sérvia ficasse no modesto oitavo lugar.
Foto: Fibaeurope.com/Divulgação
5 – Joakim Noah (França)
Se o pivô do Chicago Bulls não tivesse ficado de fora das Olimpíadas de Londres, a França seria encarada de outra de forma pelas outras seleções. Com muita força física, o filho do ex-jogador de tênis Yannick Noah seria dominante nos garrafões da maior competição esportiva do planeta e daria trabalho aos rivais.
Além disso, formaria uma das duplas mais temidas do torneio ao lado de Tony Parker. O motivo da ausência do atleta foi uma lesão no tornozelo esquerdo, que vem o incomodando desde a última temporada da NBA. Agora, o técnico Vincent Collet terá à sua disposição Boris Diaw, Ronny Turiaf e Kevin Seraphin - todos da liga norte-americana de basquete - para montar o garrafão francês no Jogos Olímpicos.
4 – Vassilis Spanoulis (Grécia)
MVP do último Final Four da Euroliga. Seria com esta credencial que o talentoso armador do Panathinaikos chegaria ao torneio disputado em Londres. Sem conseguir a vaga diretamente pelo Pré-Olímpico Europeu, a seleção grega foi ao Pré-Olímpico Mundial e era uma das favoritas para ficar com uma das três vagas. Porém, uma inesperada derrota para a surpreendente Nigéria tirou a Grécia dos Jogos Olímpicos, além de deixar de fora um dos fortes concorrentes ao prêmio de melhor jogador da competição.
3 – Dwyane Wade (Estados Unidos)
Apesar de contar com Kobe Bryant, Kevin Durant e Lebron James para jogar nas alas, o selecionado norte-americano sentirá muita falta do ala-armador do Miami Heat. Com duas Olimpíadas em sua bagagem, o jogador chegaria a Londres mais maduro e competitivo, após o título do time da Flórida na última temporada da NBA. O estilo de jogo de Wade seria fundamental ao estilo de jogo implementado pelo treinador Krzyzewski, com muita velocidade nos contra-ataques.
2 – Dwight Howard (Estados Unidos)
Nenhuma das outras ausências citadas acima do selecionado norte-americano será tão sentida quanto a do pivô do Orlando Magic. Com um problema nas costas, o jogador não se apresentou ao time dos Estados Unidos e representou uma importante baixa para a equipe. Sem ele, Coach K terá somente Tyson Chandler, Kevin Love e o garoto Anthony Davis para jogar no garrafão, o que pode complicar um pouco a vida dos atuais campeões olímpicos. Nos amistosos preparatórios, o comandante dos Estados Unidos utilizou por diversas vezes uma formação sem pivôs e isso deve se repetir em Londres. Com o Superman em quadra, as coisas seriam bem diferentes...
Foto: Fibaeurope.com/Divulgação
1 – Dirk Nowitzki (Alemanha)
Sem precisar de apresentações, o astro do Dallas Mavericks, caso a Alemanha tivesse se classificado a Londres, seria uma grande ameaça a qualquer seleção rival. Mesmo fazendo parte do modesto time alemão, Dirk é capaz de “jogar sozinho”, contra qualquer tipo de marcação e garantir um bom desempenho ao país em competições internacionais. Seu talento incomparável, além de sua garra quando veste a camisa alemã, são fatores que certamente fariam a diferença nos Jogos Olímpicos de 2012. Como não pôde participar do último Campeonato Europeu, o país ficou de fora da maior competição esportiva do planeta.
Dirk Nowitzki participou do último campeonato Europeu e obteve média de 19,5 pontos por jogo.
http://www.eurobasket2011.com
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