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O melhor time de basquete do Brasil. É assim que pode ser chamado Uniceub/BRB/Brasília, que neste sábado conquistou seu terceiro título consecutivo do Novo Basquete Brasil (NBB). O tricampeonato veio com uma vitória tranquila sobre o São José/Unimed/Vinac, na decisão da quarta edição do maior campeonato de basquete do país, pelo placar de 78 a 62, em partida que foi realizada na cidade de Mogi das Cruzes, região metropolitana de São Paulo.
Após um primeiro quarto arrasador, os brasilienses pareciam que iram dominar a partida do início ao fim. Porém, o time joseense reagiu ainda no primeiro tempo e deixou o jogo completamente aberta. Mesmo após o deslize, a agremiação de Brasília voltou a impor um ritmo forte e abriu boa vantagem no placar durante o terceiro período. Com isso, a parcial final foi de completo domínios dos visitantes, que fizeram a festa em Mogi das Cruzes.
Foto: Alfredo Lauria/BasketeriaPara sair vitorioso, o time brasiliense contou com atuação inspirada do ala-pivô Guilherme Giovanonni, que foi eleito o MVP (jogador mais valioso) da partida. Com 26 pontos anotados, o jogador, deu um verdadeiro show na quadra do Ginásio Professor Hugo Ramos e comandou o triunfo de sua equipe. Além do título e da boa performance, o camisa 12 do Uniceub/BRB/Brasília teve outro motivo para comemorar, já que completou 32 anos neste sábado.
Além do atleta convocado por Rubén Magnano, os alas Arthur e Alex e o armador Nezinho também tiveram um bom desempenho no duelo, e contribuíram com 16, 15 e 13 pontos, respectivamente. Além disso, por ser mais experiente, o Uniceub/BRB/Brasília mostrou mais tranquilidade nos momentos mais decisivos do confronto. A equipe cometeu apenas nove erros e teve um ótimo aproveitamento nos arremessos de dois pontos, com 22 acertos em 36 tentativas (61%).
Foto: Alfredo Lauria/Basketeria
Do outro lado, o São José/Unimed/Vinac sentiu o peso da decisão. O pivô Murilo, destaque da equipe durante toda a temporada, "acordou" tarde para o jogo, e conseguiu ter uma atuação apenas razoável, mesmo tendo registrado um duplo-duplo, ao marcar 20 pontos e apanhar 14 rebotes.
Enquanto isso, Fúlvio, com nove pontos e apenas três assistências, Dedé, apesar de ter anotado 16 tentos e o norte-americano Andre Laws, que sete tentos anotados, eram grandes esperanças da equipe, mas não fizeram uma boa apresentação e facilitaram a vitória da agremiação do Centro-Oeste do país. O time do Vale do Paraíba teve apenas 18% de aproveitamento nos tiros de três pontos (quatro em 22) e 49% nos dois pontos (17 em 35), além de cometer 16 violações durante o jogo.
Início arrasador, queda e vitória tranquila brasiliense
Logo de cara, os brasilienses começaram a mostrar o porquê são os atuais tricampeões do NBB. Com cestas de Alírio, Nezinho, Arthur e Giovanonni, a equipe comandada por José Vidal conseguiu abrir dez a zero de vantagem no placar. Do outro lado da quadra, a agremiação paulista encontrava dificuldades para pontuar e até mesmo o cestinha Murilo estava “fora do jogo” e errou dois lances livres. Com a má atuação de seu time, o técnico joseense Régis Marrelli foi obrigado a solicitar seu primeiro pedido de tempo, com 6min23s para o fim do primeiro quarto.
Foto: Alfredo Lauria/BasketeriaNa sequência da parada técnica, o São José/Unimed/Vinac conseguiu seus primeiros pontos na partida, com uma bola de três pontos do ala-pivô Jefferson. Porém, o momento seguia sendo favorável à equipe do Centro-Oeste do país. Com cinco pontos seguidos do ala Arthur, os brasilienses chegaram a colocar vantagem de 16 a 3 no placar, mas rapidamente os paulistas diminuíram o prejuízo, com cesta de Murilo. Depois de algumas cestas dos dois lados, a equipe de Brasília também passou a errar mais do que acertar e a partida ficou um bom tempo com o placar em 18 a 8. No último lance da primeira parcial, Jefferson sofreu falta, converteu os dois lances livres e baixou a desvantagem joseense para 18 a 10.
Com duas bandejas seguidas, de Dedé e Fúlvio, respectivamente, os paulistas, no inicio do segundo período, conseguiram reduzir a vantagem dos rivais para a menor diferença da partida: 18 a 14. O bom momento da equipe incendiou o Ginásio Professor Hugo Ramos, e o Uniceub/BRB/Brasília passou a encontrar dificuldades para atacar. A partida seguiu em um ritmo lento durante a parcial, e as duas equipes pareciam sentir o peso da decisão. Com um final de segundo quarto um pouco melhor do que os rivais, o São José/Unimed/Vinac, empurrado por Fúlvio e Murilo, que “acordaram” para o confronto, conseguiu ir para os vestiários atrás por apenas quatro pontos: 33 a 29.
Foto: Alfredo Lauria/Basketeria
A volta do intervalo seguiu no mesmo ritmo do primeiro, com as equipes nervosas e desperdiçando diversos arremessos. Mesmo com a partida em um nível abaixo do esperado, a agremiação brasiliense seguiu no comando do placar, alternando vantagens de seis e oito pontos. Foi então, que o Uniceub/BRB/Brasília, comandado pelas boas atuações de Arthur e Giovanonni, estendeu sua vantagem para 47 a 36 e levantou o público da capital brasileira que veio em bom número à cidade de Mogi das Cruzes. Dando sequência a seu bom momento no jogo, o time dirigido por José Vidal imprimiu um ritmo forte, tanto na defesa, quanto no ataque, e fechou o terceiro quarto na frente, pelo placar de 53 a 49.
O início da parcial final foi uma “ducha de água fria” para o time paulista. Apesar de entrar para o tudo ou nada e contar com o apoio de sua torcida, a equipe de São José do Campos bateu de frente com uma inspirada atuação dos rivais no começo do período. Liderados por uma atuação fantástica de Giovanonni, melhor jogador do duelo, os brasilienses colocaram 19 pontos de frente (66 a 47) e silenciaram os fãs joseenses. A partir daí, a partida permaneceu morna, já que o time comandado por Régis Marrelli já não tinha mais forças para reagir. Controlando o placar, o Uniceub/BRB/Brasília se manteve tranquilamente no comando da partida, garantiu a vitória e conquistou o tricampeonato do Novo Basquete Brasil.
Mais uma vez o Dede pipocou na final, esse naum tem jeito não. Ano passado com o mesmo Brasilia não fez a diferença quando jogava aqui em Franca. Aliás precisa aprender marcar mais e parar de ficar soltando " seus pombo sem asa".
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