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Com uma máscara de Nezinho, comapnheiros aproveitaram para brincar com o armador
Diogo Martins - Basketeria
Nas duas últimas edições do Jogo das Estrelas do NBB, em 2012 e 2011, uma cena se repetia inúmeras vezes. Toda vez que Nezinho pegava na bola, a torcida de Franca presente no Pedrocão ecoava uma sonora vaia. A relação de “ódio” da torcida pelo armador vem desde os tempos em que ele atuava na equipe de Ribeirão Preto, rival histórico do time francano.
Mas em 2013, a situação foi completamente oposta. Hoje atuando no Uniceub/BRB/Brasília, o armador atuou em casa e recebeu apoio incondicional das arquibancadas, que comemorou a cada lance bem sucedido do camisa 23.
- Foram dois momentos legais. Jogar em Franca é algo que estou acostumado, pois estive sete anos em Ribeirão Preto. E aqui em Brasília foi espetacular. Me emocionei no banco. A torcida fez festa e tem um carinho especial por mim, então foi marcante – declarou Nezinho.
Amado por uns e odiados por outros, o armador do Brasília gosta mesmo é de ginásios lotados, seja com torcida a favor, apoiando, ou contra, xingando.
- Em um ambiente favorável é legal, porque você sente que a torcida está ali, vibrando. Em um ambiente contrário, quando há uma rivalidade, é bom também porque você entra focado e quer calar o ginásio – explicou.
Na vitória do NBB Brasil sobre o NBB Mundo, neste sábado (2), por 146 a 144, Nezinho atuou por 26 minutos, deixando a quadra com 14 pontos e 7 assistências. Alex, outro jogador da casa, foi eleito o MVP da partida.
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